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Pré-Candidato ao Governo do Estado do Rio de Janeiro
Filho de trabalhador. Fuzileiro naval. Juiz federal. O Rio me conhece — e eu conheço o Rio. Juntos vamos recuperar o estado que merece muito mais.
Wilson Witzel nasceu em Jundiaí, São Paulo, filho de um torneiro mecânico e de uma empregada doméstica. Construiu sua trajetória pelo mérito — da Marinha do Brasil à Defensoria Pública, onde defendeu os mais vulneráveis nas comarcas de Nova Friburgo, Nova Iguaçu e Belford Roxo.
Formado em Direito pelo Instituto Metodista Bennett, com mestrado em Processo Civil pela UFES e doutorado em Ciência Política pela UFES. Professor de Direito Penal Econômico por mais de vinte anos, passou dezessete anos como Juiz Federal do TRF da 2ª Região, julgando crimes financeiros, lavagem de dinheiro e corrupção. "Aprendi como o crime organizado funciona por dentro — não nos livros, mas nos processos, nos depoimentos, nas provas."
Em 2018, foi eleito Governador com mais de 4,5 milhões de votos — sem máquina partidária, sem padrinho político, sem herança de berço. Hoje retorna com um plano concreto, experiência real e a mesma origem humilde que sempre o conectou ao povo fluminense.
Fomos interrompidos. Mas em pouco mais de um ano deixamos marcas que o Rio ainda sente — e nenhum adversário consegue apagar.
Em 2019, enquanto o Estado do Rio ainda sangrava financeiramente, o Governo Witzel implantou a prova de vida obrigatória para inativos e pensionistas — e encontrou mais de 17 mil "fantasmas" na folha de pagamento. Uma medida simples, técnica e correta. Exatamente o que o governo faz quando coloca o interesse público acima do conforto político.
Entre 2018 e 2019, todo o funcionalismo do Executivo estadual passou por recenseamento como condição do Regime de Recuperação Fiscal (RRF). O resultado foi inequívoco: mais de 17.000 fantasmas foram identificados — servidores inexistentes ou falecidos que continuavam recebendo salários do Estado.
A partir de janeiro de 2020, o Governo Witzel instituiu a prova de vida anual obrigatória para todos os aposentados e pensionistas estaduais — mais de 250.000 pessoas. O procedimento, realizado presencialmente nas agências do Bradesco, seguia o mês de aniversário de cada beneficiário, com calendário público e lista nominal dos inadimplentes divulgada pelo Rioprevidência.
Quem não realizasse a prova de vida tinha o pagamento suspenso. Após seis meses sem regularização, o benefício era cancelado. Não havia exceção para o beneficiário fantasma — havia apenas o procedimento correto, transparente e auditável.
"O governador Wilson Witzel declarou que mais de 17 mil fantasmas foram 'encontrados' por conta do procedimento, e o montante de pagamentos bloqueados já ultrapassou R$ 30 milhões."
O atual Governador do Estado do Rio de Janeiro, Desembargador Ricardo Couto, tem seguido uma linha de gestão fiscal responsável que guarda direta semelhança com o que o Governo Witzel iniciou em 2019: controle da folha de pagamento, revisão de benefícios e combate ao desperdício do dinheiro público.
Isso não é coincidência política — é o reconhecimento de que o Rio só sai do buraco com disciplina fiscal. O Estado saiu do Regime de Recuperação Fiscal em 2024 exatamente porque governos que priorizaram o equilíbrio das contas plantaram os frutos que estamos colhendo agora.
Wilson Witzel não apenas propõe austeridade: tem histórico comprovado de tê-la praticado. A prova de vida, o SEI, a delegacia de lavagem de dinheiro, o fim da vistoria do Detran — todas foram medidas que cortaram privilégios, eliminaram fraudes e reduziram o custo do Estado sem onerar o servidor honesto.
Em 2027, a continuidade desse princípio voltará ao Palácio Guanabara — com a experiência de quem já sabe onde estão os fantasmas e não tem medo de buscá-los.
Wilson Witzel é militar, defensor público e juiz federal. Conheceu o crime nas ruas de Nova Iguaçu e Belford Roxo como defensor, e nos processos do TRF como magistrado. Sabe que bandido bom é bandido preso — e que inteligência policial vale mais que coragem sem planejamento.
"Segurança pública eficiente tem dois pilares: coragem para enfrentar o crime e inteligência para desmantelá-lo. Um sem o outro não resolve."
"Menino pobre. Toga de juiz. Farda de fuzileiro. Ninguém me deu nada — e ninguém vai me tirar o que o povo me deu."— Wilson Witzel
O Rio é a 2ª maior economia do Brasil, arrecada R$ 15 bi/ano em royalties e não tem banco de desenvolvimento próprio. Isso acaba em 2027. A meta: R$ 50 bilhões desembolsados em 4 anos, 500 mil empregos e todos os 92 municípios atendidos.
A RMRJ tem 5 camadas tarifárias independentes. Trabalhadores de baixa renda em Japeri, Queimados e Magé gastam entre 22% e 31% da renda com transporte. O Governo Witzel integra os 21 municípios no Cartão MOVE-RJ — com até 2 transbordos em 120 minutos, tarifa reduzida, frota elétrica e governança pela AMT-RJ.
Metas verificáveis pela Câmara Metropolitana do Rio de Janeiro — o mesmo órgão que fiscaliza o saneamento da CEDAE.
A passagem combinada ônibus + metrô vai cair 34% em 4 anos — viabilizada pelo Fundo Metropolitano de Mobilidade (FMM-RJ), custeado por ICMS sobre combustíveis, dividendos das concessões e recursos federais do PNMU.
Motoboys, taxistas, motoristas de app e motoristas de van são parte essencial da solução de mobilidade metropolitana. O Governo Witzel os integra ao sistema com crédito, proteção social e regularização — sem impor exclusividade ou burocracia.
São mais de 280.000 trabalhadores da mobilidade individual na RMRJ — motoristas de aplicativo, motoboys, taxistas e motoristas de van — que hoje operam à margem do sistema integrado: sem acesso a crédito público, sem proteção previdenciária adequada e sem integração tarifária ao MOVE-RJ.
O Eixo VI cria quatro programas específicos — Vans+ RJ (RUVM), Táxi Carioca Integrado, Moto+ RJ (RUMP-RJ + FSAMP-RJ) e App+ RJ (CEMA-RJ) — com linhas de financiamento BANDERJ, registros unificados, integração ao MOVE-RJ e proteção social para cada segmento.
Motoboys e mototaxistas profissionais são os trabalhadores com maior risco de acidente grave na RMRJ — e os que menos têm proteção. O FSAMP-RJ é um fundo de seguro coletivo gerido pela AMT-RJ com participação do IPERJ, custeado por R$ 35/mês do trabalhador + R$ 20/mês do Estado via FMM-RJ. Participação voluntária, mas com incentivo: quem contribui acessa a Linha Moto Verde a 8% a.a.
Cada proposta tem fonte de financiamento, meta e prazo. Não prometemos o que não podemos cumprir.
"Nenhum governador do Rio chegou ao Palácio Guanabara com mais conhecimento técnico sobre crime organizado, lavagem de dinheiro e combate à corrupção do que eu."
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